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  • Foto do escritor: Cíntia Cazangi
    Cíntia Cazangi
  • 18 de mar. de 2020
  • 2 min de leitura



Em tempos de isolamento, nos pegamos com tempo, mas sem saber o que fazer com ele.


Talvez seja o momento de olhar melhor para a sua família e amigos e como você tem se feito presente perante eles.


Quem sabe montar aquele quebra-cabeças que você sempre promete ao seus filhos mas não tem tempo.


Quem sabe fazer um jantar gostoso, uma massagem ou algo que seu marido/esposa gosta, mas que você nunca faz porque não tem tempo.


Ou ter longas e despretensiosas conversas com sua mãe, pai, irmãos, companheiro(a), amigo(a), mas que você nunca faz porque não tem tempo.


Ou então juntar aquele grupinho de amigas(os) mais chegadas(os) que sempre te fazem rir e relaxar, em uma chamada de vídeo em grupo para por as “fofocas” em dia, mas que faz tempo que você não encontra porque nunca arruma tempo.


Ou aquela ligação para um parente distante, ou um amigo que se afastou, mas que você nunca faz porque não tem o precioso tempo.


Olhe pra você!


Que tal por em prática projetos que estão parados, que todo começo de ano você diz que fará, mas que nunca tem tempo para começar.


- Pode ser exercitar-se (em casa mesmo, porque não?).


- Aprender um hobby (cozinhar, artesanatos em geral, etc.)


- Aprender um idioma.


- Iniciar uma psicoterapia (sim, porque não?! Muitos psicólogos podem fazer atendimentos online neste período de isolamento e te ajudar a lidar com este momento de confinamento e também com todas as outras questões da sua vida)


- e tantas outras coisas e projetos que nunca saem da sua cabeça porque você não tem tempo.


Reflita, será que a falta de tempo tem sido uma desculpa na sua vida?


E por aí, o que tem feito com seu tempo?


Por Cíntia Cazangi


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  • Foto do escritor: Cíntia Cazangi
    Cíntia Cazangi
  • 5 de mar. de 2020
  • 1 min de leitura

Atualizado: 18 de mar. de 2020


Quero te convidar a fazer uma viagem. 🧭 🧳.

E essa viagem não tem passagem só de ida, ela é de ida, de volta, de retornos... Ida ao futuro, volta ao presente, retornos ao passado.


Ela pode ser tortuosa, ter turbulências e até te levar a precipícios.


Mas também te levará a reencontros, a ressignificações, a entendimentos, a sensações e emoções antigas, mas também à novas e surpreendentes.


Esta viagem te fará sofrer, chorar, e até se envergonhar de você, mas também te trará paz, leveza, coerência e orgulho de si mesma(o).


Eu quero te convidar a fazer uma viagem.


Uma viagem para se encontrar, se sentir, se conhecer!


Você não sairá dessa viagem a(o) mesma(o). Mas pode encontrar nela novos caminhos, novas soluções e novos sentidos.


Te convido a fazer essa viagem!


Mas você não tem que ir sozinha(o), podemos ir juntas(os)! Eu não vou te dar o caminho, eu não vou te dar a solução.

Mas estarei com você!


Amparando suas lágrimas, seus medos e seus desejos. Ouvindo o que você diz, e também o que não diz. Abrindo seus olhos para que escolha seus melhores caminhos.


Te convido a fazer essa viagem!


Uma viagem para dentro de si mesma(o).


Vem!!


Por Cíntia Cazangi

 
 
 
  • Foto do escritor: Cíntia Cazangi
    Cíntia Cazangi
  • 4 de fev. de 2020
  • 1 min de leitura

Atualizado: 18 de mar. de 2020


Nestes 15 anos de formada em Psicologia já me perguntaram várias vezes: “Mas não é muito chato seu trabalho, muito monótono só ouvir as pessoas?” E eu pensei:


Chato!? Monótono!? Só ouvir as pessoas!?🤷🏼‍♀️🤔. Eu vejo tantas realidades, tantas histórias, tantas vidas, dores, felicidades, tristezas e conquistas diferentes, que não tem nada de monótono ou chato no que eu faço! É na verdade inspirador, enriquecedor!


Eu não escuto só as pessoas, eu sou convidada a entrar no mundo de cada uma delas.


Já vi o mundo pelos olhos de advogadas, empresários, publicitário, diaristas, enfermeiro(a), médicos(as), economista, casados(as), solteiros(as), separados(as) e tantos outros mundos que sou convidada a entrar nas sessões.


Ser psicóloga é a minha forma de viajar pelo mundo, mas diferente de um piloto ou uma aeromoça, eu viajo por mundos internos!


Por Cíntia Cazangi

 
 
 
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